De sua opinião para melhor este BLOG.

Juntos construiremos uma NAÇÃO de EDUCADORES.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

D25-5_ED01


 "O Mito"
Mitos folclóricos
Boitatá - Gênio protetor dos campos. Aparece sob a forma de enorme serpente de fogo, que mata quem destrói as florestas. O padre José de Anchieta, em 1560, é o primeiro a mencionar o boitatá como personagem de mito indígena brasileiro. É o nome dado pelos índios ao fenômeno do fogo-fátuo. Boto - Mito amazônico. À noite aparece como um rapaz bonito, bem-vestido, boêmio e ótimo dançarino. Nos bailes, encanta as moças, leva-as para riachos afluentes do Rio Amazonas e as engravida. Por isso é tido como o pai das crianças de paternidade ignorada. Antes do amanhecer, mergulha no rio e se transforma em boto. Chamado também de boto tucuxi.Caipora - Segundo a mitologia tupi, é um personagem das florestas que tem o poder de atrapalhar os negócios de quem o vê. Quando um projeto sai errado, se diz que seu autor viu o Caipora, ou Caapora. Em algumas regiões, é um indiozinho de pele escura. Em outras, uma indiazinha feroz. É descrito também como criança de uma perna só e cabeça enorme. Cuca - Velha feia que ameaça crianças desobedientes, em especial as que não querem dormir à noite. Personagem que apresenta influência do mito da bruxa, de origem européia. Dentre outros.

2 comentários:

  1. Quem não cresceu cercado de mitos contados por nossos avós, pais etc.
    O mito é uma forma de interpretação, e explicação de elementos da natureza através de fabulas, estórias, contos e muitos deles com uma conotação religiosa.

    ResponderExcluir
  2. Através do mito as pessoas tentam explicar o que elas não entendem, numa tentativa de apaziguar os temores humanos. Acontece por meio de narrativas orais, passando, na maioria das vezes, de geração a geração. O mito é uma atitude de crença que acredito vem perdendo forças no mundo atual. Como nosso amigo Wesley disse, todos nós nascemos e crescemos cercados de mitos. Mas eu mesma não conto a maioria para meus filhos por não acreditar em sua veracidade. Lembro que a quaresma era um tempo em que os pais falavam para os filhos que não podiam teimar, fazer travessuras porque senão iam ver monstros como lobisomens, bichos-papões, etc...E hoje praticamente nem ouvimos mais falar isso.

    ResponderExcluir